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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Servo ou Senhor?

Para a maioria das pessoas lidar com o dinheiro significa gastar menos do que ganha, mas poucos tem feito a lição de casa. O dinheiro em si não é um mal, o que determina se ele será bom ou ruim é a nossa atitude em relação a ele. Não conheço a autoria, mas há uma frase muito sábia que diz “O dinheiro é um excelente servo, mas um péssimo patrão”. A situação parece ser simples na teoria, no entanto, os números indicam que a realidade é outra história.

O Ipea(Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada) divulgou em agosto deste ano uma pesquisa realizada em 3,8 mil domicílios entrevistados e destes, 43,8% admitem ter dívidas. Embora a inadimplência tenha diminuído, o estudo do professor de Varejo da Fundação Getulio Vargas, Daniel Plá, publicado no Correio Braziliense mostra que nos últimos cinco anos o endividamento dos brasileiros está crescendo num ritmo de 20% ao ano. Será a taxa de desemprego? Felizmente não. O índice caiu para 5,8% em maio, conforme informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na segunda quinzena de agosto.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Parabéns, são sete anos!


Amor, sonhos, paixão... os anos foram passando, muitos altos e baixos vieram e foram... Muitas alegrias, muitas lições aprendidas, muitas coisas compartilhadas... Incrível, o casamento começa trazendo uma revolução para a vida. De um dia para o outro somos desafiados a conviver sob o mesmo teto, dividir o mesmo banheiro! Planejar juntos, sonhar juntos. São muitas as coisas a viver ainda... Mas já são sete anos de união!!! 

Verdade é que Deus planejou o casamento e são poucos os que conhecem a riqueza que esse relacionamento traz consigo. Estamos felizes por ver que já se foram sete anos!!! Passaram rápido, é fato, e nosso desejo é que dure realmente até que a morte nos separe.

Nesta data tão especial para nós, gostaríamos de aproveitar e compartilhar com nossos leitores e amigos uma das curiosidades sobre o número sete. Afinal qualquer pessoa que se preocupa com sua família pode se perguntar, que consequências o número sete ou seus múltiplos podem ter em meu relacionamento?

Segundo o Dicionário Vine, do Autor W. E. Vine, sete ou hepta(grego), de onde em português as palavras que começam com “hept”, corresponde ao termo hebraico sheba (que é cognato de sãba’ e significa “estar cheio, pleno, abundante”), às vezes usado como expressão de abundância. Embora muitos acreditem que sete anos de casamento pode significar tempo de crise, separação, problemas... o número sete é um número relacionado a Deus. Biblicamente não existe relação direta desse número com o casamento. O que podemos afirmar é que Deus planejou esse relacionamento para ser bem sucedido, abençoado, e foi a primeira instituição divina!

Nenhuma outra relação humana, nem mesmo a de pais e filhos é superada pelo laço entre marido e mulher. O casamento é um compromisso de aliança – um voto feito a Deus e ao companheiro, não apenas de amor, mas também de fidelidade, que deve durar a vida toda num relacionamento de exclusividade (Mt 19:6).
O casamento é um milagre de três faces. Biológico porque duas pessoas se tornam uma só carne; social, porque através dele duas famílias são enxertadas uma na outra; e espiritual pois o casal é uma figura da união de Cristo e sua noiva, a Igreja (Ef. 5:23-27). Fonte: A Bíblia da Mulher.

Por outro lado, não podemos ignorar que nossa vida, assim como o casamento, é formada por ciclos, por transformações constantes... O casal precisa, unido, vencer cada um deles e sempre que julgar necessário fazer uma retrospectiva, um balanço... É verdade que temos uma facilidade enorme em nos acomodarmos, mas essa palavra não combina com casamento! 

O princípio do fazer o outro feliz vai muito além de declarações de amor ou de beijos de bom dia/boa noite... Os cônjuges precisam se dispor a fazer com que o lar seja um lugar de aceitação, de realização de sonhos, de perseguir metas juntos!!! Essas são algumas das verdades que aprendemos ao longo destes anos e esperamos, possam abençoar sua vida.

Queremos registrar nossa gratidão a Deus por esses sete anos! Passamos por muitos momentos, bons e extraordinários, mas também complicados, porém Deus tem nos sustentado. Somos gratos também por pessoas que conhecemos enquanto solteiros e depois de casados que são importantes pra nós, pois vivem o que a Bíblia fala sobre o amor em Romanos 12:15: “Alegrai-vos com os que se alegram, e chorai com os que choram”.

Eduardo e Maria Alice

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Feliz Natal



É Natal!!!!!

Glórias a Deus por mais um ano de vida, de conquistas, de saúde!
Glórias a Deus pelas dificuldades, pelos aprendizados, pelas vitórias!
Glórias a Deus pela família, pelos amigos!

Glórias a Deus pelo tempo escasso, por causa dele aprendemos a valorizar mais as pessoas!!! 
Glórias a Deus por nossas fraquezas, elas nos tornam mais humanos!!!
Glórias a Deus por Jesus, amor que não podemos compreender, mas que é a razão da nossa existência!!!

Nessa data tão especial, do aniversariante mais importante do mundo, é tão bom saber que vocês fazem parte de nossa vida!!!

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, o governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9: 6".

Um excelente Natal a todos!

Eduardo e Maria Alice


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O nascimento de Jesus (Cordel animado)



A história do cordel

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-espanhol da Idade Média e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, lá chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536).Foram os portugueses que trouxeram o cordel para o Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com características próprias daqui.

Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.

No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.

Vi no Blog: Cordel Cristão

Conta Gotas 22

“Antes de ocorrer o grande avivamento de Gallneukirchen, Martin Boos passava horas e horas, dias e dias, e até noites em oração, intercedendo sozinho, agonizando perante Deus. Mas quando ele pregava, sua palavra era como fogo, e o coração dos ouvintes, como capim seco”.

D. M. Mclntyre, D. D.