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domingo, 30 de maio de 2010

O tempo de cada coisa

Olá queridos!!! Ultimamente estou aprendendo sobre o tempo determinado para cada coisa... Por exemplo, o tempo de aprender a ler e escrever, o tempo da puberdade, o tempo de se apaixonar, tempo de trabalhar, tempo de ser mãe, tempo de comprar coisas...

Enfim, nossa vida é recheada por etapas e fases que, para serem bem vividas, precisamos tomar decisões que se adequem à maturidade que temos. A idade natural não serve de parâmetro comparativo, a maturidade é algo que deve ser analisado sem comparações, cada pessoa é única nesse tema!

É por esse motivo que percebo muitos se dando mal por desejarem o que os outros passaram ou tem. Tudo bem querer se dar bem na vida, com tanto que as atitudes estejam de acordo com a maturidade que se tem!

Nosso Criador é o maior interessado em querer nos ver bem, por isso precisamos confiar em Deus e buscar a percepção sobre as coisas.

Por que afinal o tempo e a maturidade são tão importantes? Eles tem tudo a ver, a maturidade nos prepara emocional, física, mental e muitas vezes, até mesmo, financeiramente. Sem essas condições tudo fica mais difícil, e muitas vezes perde o brilho da conquista, sem falar que muitas vezes traz desgraças ao invés de alegrias.

A Bíblia diz em Eclesiastes 3:1 "Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu".

Querido, para viver a vida com qualidade é necessário respeitar as fases e a maturidade que você tem! Deus te abençoe e muitas vitórias!

Por: Maria Alice T. Sosinski

segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Problema da Incredulidade e o Poder da Decisão

Êxodo 14:15-31 Então disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco. E os egípcios saberão que eu sou o SENHOR, quando for glorificado em Faraó, nos seus carros e nos seus cavaleiros. E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles. E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro. Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o SENHOR fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco, e as águas foram partidas. E os filhos de Israel entraram pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes como muro à sua direita e à sua esquerda. E os egípcios os seguiram, e entraram atrás deles todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros, até ao meio do mar. E aconteceu que, na vigília daquela manhã, o SENHOR, na coluna do fogo e da nuvem, viu o campo dos egípcios; e alvoroçou o campo dos egípcios. E tirou-lhes as rodas dos seus carros, e dificultosamente os governavam. Então disseram os egípcios: Fujamos da face de Israel, porque o SENHOR por eles peleja contra os egípcios. E disse o SENHOR a Moisés: Estende a tua mão sobre o mar, para que as águas tornem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros. Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, e o mar retornou a sua força ao amanhecer, e os egípcios, ao fugirem, foram de encontro a ele, e o SENHOR derrubou os egípcios no meio do mar, Porque as águas, tornando, cobriram os carros e os cavaleiros de todo o exército de Faraó, que os haviam seguido no mar; nenhum deles ficou. Mas os filhos de Israel foram pelo meio do mar seco; e as águas foram-lhes como muro à sua mão direita e à sua esquerda. Assim o SENHOR salvou Israel naquele dia da mão dos egípcios; e Israel viu os egípcios mortos na praia do mar. E viu Israel a grande mão que o SENHOR mostrara aos egípcios; e temeu o povo ao SENHOR, e creu no SENHOR e em Moisés, seu servo.

Hoje, milhares de anos se passaram, e muitos de nós, nos dias atuais, não somos diferentes do povo de Israel que era escravo de Faraó no Egito, e quando digo que não somos diferentes, digo no que diz respeito às nossas dúvidas e incredulidade para com o nosso Deus.

É interessante observar que à medida que muitos cristãos vão avançando em sua caminhada com Cristo, ao invés de amadurecer e crescer na fé e no relacionamento com Deus, vão regredindo, e ao invés de sermos como crianças diante de Deus, Ou seja, ao invés de confiarmos de forma soberana e absoluta, acabamos sendo infantis. O que, com toda a certeza, nunca foi e jamais será a vontade de Deus.

“Um povo que se esqueceu de Deus e de seus feitos”

Quando digo que não somos muito diferentes do povo de Israel, e até mesmo dos apóstolos, quero dizer que um povo que viu Deus tirá-los da escravidão do Egito, através de sinais, prodígios e maravilhas, viram Deus derrotar seus inimigos diante de seus olhos, viram Deus conduzi-los pelo deserto, guiando através de uma coluna de fogo e uma nuvem, viram Deus suprindo suas necessidades, e também viram Deus abrir o mar para que pudessem passar com segurança.

Este mesmo povo que literalmente caminhou com Deus, viu seus milagres e maravilhas, logo depois, estavam murmurando, duvidando do amor e das promessas de Deus, cheios de incredulidade, adorando e se prostrando diante de imagens de outros deuses, estavam virando as costas para o seu Redentor e Libertador.

Com os apóstolos também não foi diferente, aqueles que caminharam lado a lado com Cristo diariamente, viram seus milagres e os grandes feitos que Cristo realizou: famintos sendo alimentados, cegos enxergando, paralíticos andando, mortos sendo ressuscitados, devolvendo a alegria e esperança a todos aqueles que necessitavam, porém, também foram os mesmos que o negaram, que viraram as costas para Cristo.

Mas por quê? Por que eles fizeram isto?
Simplesmente porque eles são seres humanos como nós, e conheciam a Deus superficialmente, e não intimamente. E a maior parte dos cristãos hoje em dia, inclusive nós mesmos somos exatamente assim a maioria das vezes. Não conhecemos a Deus na sua totalidade e intimidade, o nosso conceito de conhecer a Deus, é completamente distorcido da realidade, declaramos que conhecemos a Deus, mas se o próprio Deus nos perguntasse agora:

Você sabe do que eu gosto?
Você sabe o que me alegra ou me entristece?
Você sabe qual é a minha vontade e propósito para sua vida?

Com toda certeza não conseguiríamos responder com exatidão a estas perguntas.
Nós podemos dizer que realmente conhecemos nossa esposa, ou esposo, filhos, o caminho de casa para o trabalho, etc. Mas dizer que conhecemos a Deus, acho que não. E por isto não somos como Moisés que se envolveu com a glória de Deus, que literalmente se perdeu na nuvem da sua glória, pelo contrário, somos parecidos com o povo, que ficou como expectadores, lá em baixo no pé da montanha, ninguém quis mergulhar no rio da glória de Deus, porque ficar observando e esperando algo é muito mais cômodo do que subir a montanha, porém, isto gera superficialidade, e a superficialidade não gera intimidade, e sem intimidade é impossível conhecer a Deus em sua totalidade. E quando não conhecemos a Deus em sua totalidade, um simples copo de água vira uma baita tempestade. Não tem como conhecer a Deus sem ser íntimo dEle, sem sacrificar, sem subir a montanha..

“Subir a montanha”

Lembro-me de um fato bastante interessante em minha infância, e existem coisas que acontecem quando somos crianças tanto boas como ruins, que jamais esquecemos.

“O escorregador”, eu amava o escorregador, se pudesse eu ficava o dia todo brincando somente no escorregador, enquanto todos os outros brincavam em outros brinquedos, eu queria ficar no escorregador, até a minha bola de futebol, amiga inseparável, eu levava e colocava-a para descer no escorregador. A única coisa que eu não gostava, era ter que subir depois da descida... meu sonho era brincar em um escorregador gigante, que demorasse muito para descer e depois automaticamente ele te colocava no topo de novo.

Citei este fato porque que quem é que gosta de subir a montanha quando podemos apenas desce-la, ou simplesmente ficarmos parados. Subir a montanha requer sacrifício, e se queremos a glória de Deus teremos que subir a montanha...

Quando Moisés subiu a montanha, algo ficou nas entrelinhas, foi o seguinte: Se nós observarmos o Novo Testamento, por trás de cada cura e milagre de Jesus, ele muitas vezes finalizava declarando “Vai e não conte a ninguém” porém, isto parecia algo proposital, uma vez que Cristo sabia de todas as coisas inclusive conhecia muito bem o interior do ser humano, ele sabia exatamente o que iria acontecer quando declarasse, “não diga a ninguém”, era como se Deus provocasse, instigasse as pessoas a fazerem algo, saírem da condição passiva, do comodismo, e era exatamente o que acontecia.

O povo de Israel ficou no pé da montanha, somente observando, e eu creio que naquela época já existiam pessoa loucas o suficiente para dizer: “Sabe de uma coisa, eu vou ver o que está rolando no alto daquela montanha, o que tem acima daquelas nuvens, de onde vem estes raios...”

E nos dias atuais temos sido ensinados que a glória de Deus não custa nada, mas isso não é verdade, existe sim um preço a ser pago pela manifestação da glória de Deus. Eu não sei se poderia chamar isto exatamente de um preço a ser pago, ou poderia dizer que é uma condição, algo que Deus espera de nós e como conseqüência desta busca mais intensa pela Sua presença, vem a manifestação de Deus, pois, se estamos mais próximos Dele, Ele também estará próximo de nós, e onde está a presença de Deus, é impossível não acontecer nada. Porém, somos pessoas acomodadas, preguiçosas, queremos o melhor de forma simples, sem pagar algo significativo por isto.

Enquanto isto o Pai Celestial está lá, no alto da montanha, transbordando de amor por nós, desejando ter um relacionamento de Pai e filho conosco, um tipo de relacionamento que não provamos só pelo fato de sermos filhos, mas provamos algo diferente pelo fato de decidirmos ir além da maioria, fazemos um agrado, O surpreendemos com algo, embora seja difícil surpreendê-lo, não é impossível... e devemos sim, desejar surpreendê-lO.

“Uma vida cheia do Espírito”

Deus não é carne, embora Cristo tenha vindo em carne a este mundo, Ele é espírito. Deus é espírito, Cristo é espírito, o Espírito Santo é espírito, e nós temos que nos relacionar com ele também na dimensão espiritual. Se eu não tenho vida com Deus, se eu não me relaciono com Ele, também não posso conhecê-lO, e quanto mais eu corresponder com Ele, Ele corresponderá comigo, nosso relacionamento com Deus deve ser baseado em reciprocidade. Quanto mais eu me envolver com as coisas relacionadas a Deus, mais eu vou conhecê-lO, saber o que Ele deseja, o que Ele gosta, o que Ele espera de mim, etc.

Costumo fazer uma analogia entre meu relacionamento com Deus, e meu casamento. Quando eu conheci a Maria Alice, eu a conhecia superficialmente, não sabia exatamente do que ela gostava, que tipo de comida ela preferia, o que eu poderia fazer para agradá-la, enfim, à medida que o tempo foi passando e eu fui convivendo com ela, eu passei a conhecê-la de forma mais íntima e profunda, e, como conseqüência disto, passei a saber seus gostos e preferências.

E com Deus não é diferente, é impossível conhecê-lO sem orar, ler Sua Palavra, que é a Sua vontade revelada ao homem, adorar, louvar, jejuar, enfim coisas que fazem parte da vida cristã, e conseqüentemente sem isto, não viveremos uma vida cheia do Espírito... e isto é sair da zona de conforto e pagar um preço.

“O preço a ser pago”

Por natureza nós não valorizamos aquilo que não nos custa nada, nós acabamos desprezando e banalizando aquilo que vem fácil. E existe sim um preço a ser pago para desfrutar de uma comunhão íntima com Deus, nós nos relacionamos com Deus através do sacrifício de Cristo, através da cruz, e isto é gratuito, ou seja, temos acesso ao Pai gratuitamente através da fé, mas o preço a ser pago é não andar na normalidade como a maioria dos cristãos andam, é irmos além, vivermos além daquilo que a maioria vive, e eu acredito que mais de a metade dos cristãos espalhados pelo mundo, vive uma vida abaixo da média, uma vida superficial.

Nós não somos bobos, e sempre queremos o melhor de Deus, assim como no dia-a-dia, queremos boas roupas, boa comida, boa casa, bons carros, etc, queremos sempre aquilo que é melhor, e com Deus queremos provar da sua glória, dos seus milagres e maravilhas, da vida abundante que nos é prometida, e de fato a salvação é gratuita mediante a fé, mas não queremos pagar o devido preço pelas outras coisas, e com isto vivemos sempre nos justificando, mas, mas, mas, mas...

Um sério problema que temos é que não somos muito bons em reconhecer e admitirmos que as coisas não estão tão bem assim.

Damos valor a um monte de coisas: compromissos, reuniões, lazer, sono, comida, trabalho, etc. Enfim, existe uma série de coisas que temos dado valor, porém não o devido valor que elas merecem, e, conseqüentemente, não valorizamos mais o nosso Criador, não damos mais a Ele o devido valor, a honra da qual Ele merece, não O colocamos mais acima de todas as coisas, e depois nos questionamos porquê as coisas não vão bem. Aquele que nos criou e sabe exatamente como funcionamos nós não consultamos mais, e quando o fazemos, fazemos de forma superficial.

Porém, nem tudo está perdido, Deus é um Deus que nos ama, Ele ama a sua criação, e sempre nos dá uma oportunidade de consertar os erros do passado, e fazer aquilo que é correto.

Quando Cristo foi crucificado e morreu, os apóstolos e outros que o acompanhavam se mostraram quem realmente eles eram, porém, quando eles foram cheios do Espírito Santo, eles foram até as últimas conseqüências, ao ponto de entregar sua própria vida por Aquele que tinham negado. Eles receberam uma revelação no mais íntimo do seu ser sobre quem era Jesus Cristo e o que Ele podia fazer em suas vidas e na vida de outros, eles mesmos em meio às suas limitações, falhas e dificuldades, optaram por glorificar a Deus, honrá-lo acima de todas as coisas, não amar mais as suas próprias vidas até a morte, e colocá-lO acima de todas as coisas, valorizá-lO como Ele deveria ser valorizado.

Assim como os apóstolos, nós já temos o Espírito Santo, Cristo nos deu quando entregamos nossa vida a Ele, agora precisamos nos encher a cada dia mais através das nossas orações, jejum, leitura da Palavra, etc. Alimentar nosso homem espiritual. Nossa decisão e paixão por Ele não é algo somente espiritual, mas sim uma questão de opção e determinação, de forma racional, ou seja: uma questão de decisão.

Que nós possamos decidir...

Por: Eduardo Cristiano Sosinski

sexta-feira, 26 de março de 2010

Foco X Vontade

Percebo, que, em geral, somos uma geração focada nas vontades... Ou seja, fazemos o que precisamos fazer e o resto fica por conta das vontades. Se dá, fazemos, se não, deixa pra outro dia... Fomos ensinados a ir para a escola para passar de ano, nossa rotina não ia além disso. O resto do tempo servia para fazer o que desse vontade. Essa rotina traz muitos pontos negativos para nós, e não precisamos ir muito longe para perceber isso. Quem já assistiu ao programa brasileiro "Super Nany", notou que a primeira medida que ela toma ao chegar em uma casa é estabelecer uma rotina que preencha o dia da criançada. Mas por que?

Me perguntando sobre essa estratégia percebi que essa "rotina" nada mais é do que uma disciplina em que a criança será submetida, a fim de que seja nela incutida a necessidade de investir com sabedoria o seu tempo. Essas crianças aprendem a usufruir de cada momento e não simplesmente "passar o tempo". Para elas será muito fácil traçar objetivos à medida que forem crescendo, porque aos poucos vão descobrindo onde querem chegar e como chegar! Mas, e para nós que já somos adultos e não fomos ensinados nesse contexto da disciplina?

Bom, no topo de atitudes a tomar, sem dúvida deve-se mencionar a força de vontade. Ela é que permeará o sucesso ou o fracasso de tudo que fizermos. Não serão todos os dias que começarão com o sol e o céu azul rindo para nós...

Em seguida precisamos ter em mente que o tempo é nosso aliado. Algo difícil de acreditar num cotidiano tão acelerado, mas é necessário habituar nossa mente com essa verdade, afinal, para tudo que queremos sempre temos tempo! Diante disso, comece a reprogramar suas atividades por níveis de prioridade. Não se esqueça que o trabalho vem antes do descanso... Utilize papel e caneta para se organizar em seus horários. Em pouco tempo você verá que grandes resultados essa pequena frase pode trazer: "o tempo é meu aliado".

Aprenda a dizer não. Algo que muitos precisam exercitar é controlar com sabedoria seu tempo, evitando ao máximo possível os imprevistos. Depois de traçar suas metas, é necessário fazer todo o esforço para que elas se cumpram e para isso os imprevistos devem ser evitados. Sempre haverá um convite inesperado, uma festa de última hora, um happy hour...

Esteja presente de corpo e mente! Uma causa de stress muito comum é a ansiedade pelo programa futuro. No domingo a noite, junto com a família, nossa mente já está no trabalho do dia seguinte... Esse tipo de situação rouba nossa qualidade de vida, e do lazer, e consequentemente nos deixa em constante ansiedade. Aprenda a viver um momento de cada vez, com o corpo e a mente sintonizados.

Tenha amigos em quem possa confiar e seja uma pessoa confiável. Aqui me refiro àquelas pessoas que contamos nos dedos de uma mão só. São elas que podem nos ajudar e para quem podemos contar coisas íntimas. Sair espalhando nossa vida aos quatro ventos só nos fará populares e pouco confiáveis afinal, se não podemos controlar para quem contamos sobre nossa própria vida, quanto mais as dos outros!

Essas são apenas algumas dicas que fazem a diferença na minha vida e me fizeram administrar melhor meu tempo, me auxiliaram no processo de me conhecer e me trouxeram ótimos resultados. Como disse anteriormente, sua força de vontade é fundamental, sucesso pra você também!

Por: Maria Alice T. Sosinski

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Devocional Diário

Cresci num lar cristão e aprendi sobre a importância de se manter um período devocional diário com Deus. Tanto por preceitos, como pelo exemplo de meus pais, soube desde criança que devemos cultivar este tempo à parte com o Senhor.

Há algo poderoso por trás desta prática, como estaremos analisando. Mas, preciso admitir que mesmo aprendendo que todo cristão deva ter seu período devocional com Deus, falhei centenas e centenas de vezes no que diz respeito a isto. Falhei em períodos em que não estive tão intensamente envolvido com Deus e Seu Reino, falhei também depois de estar bem comprometido com o Senhor e ministerialmente amadurecido. Portanto, quero iniciar nossa reflexão declarando que nem sempre erramos por falta de conhecer determinados princípios bíblicos, mas muitas vezes por mera falta de disciplina.

Sei que a maioria dos crentes de hoje não costuma investir diariamente num período de devoção com Deus. Muitos cometem este erro por falta de ensino e esclarecimento, outros por falta de cobrança e estímulo e, claro, há ainda aqueles que erram por pura negligência. Não quero me dirigir a um ou outro grupo em separado, mas aos três. Aos que conhecem a base bíblica deste princípio, convido-os a reverem aquilo que um dia aprenderam e dedicar-se à prática. Aos que estão recebendo este ensino pela primeira vez, apelo para que absorvam estes princípios e passem a vivê-los. Quanto aos deliberadamente negligentes, espero que se arrependam e também ordenem seus passos nesta área.

Precisamos compreender o valor e resultados provenientes do devocional diário. Então seremos estimulados a trazê-lo para a experiência diária. E ao fazê-lo, entraremos numa dimensão mais profunda de intimidade com o Senhor.

Deus espera que o busquemos todos os dias. Isto parece ficar bem claro na oração-modelo que Jesus nos ensinou: “…o pão nosso de cada dia nos dá hoje…” (Mt 6.11). Jesus ensinou a nos colocarmos diariamente diante do Pai Celeste e buscar Sua provisão para aquele dia. E quanto ao dia seguinte? Devemos voltar a buscar ao Senhor a cada novo dia. Cristo declarou: “Portanto não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” (Mt 6.34).

Mesmo sendo ensinados a depender de Deus para nossa provisão, o que percebemos é que o caminho bíblico proposto é ir a Ele em oração diariamente. E que as respostas divinas vêm em cotas “diárias”, não mais do que isto. Há uma relação entre este ensino do Senhor Jesus e o que ocorreu nos dias de Moisés quanto ao maná, o pão do céu.

Depois que a nação de Israel deixou o Egito, e saiu pelo deserto, em direção à Canaã, viu-se em dificuldades para ter seu próprio alimento, uma vez que, em viagem, não tinham tempo nem condições para plantar e colher. E começaram a murmurar contra Deus e contra Moisés. E o relato bíblico nos revela o que aconteceu:

“Então o Senhor disse a Moisés: eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá, e colherá diariamente a porção para cada dia, para que eu ponha à prova se anda na minha lei ou não”. (Êxodo 16.4)

A cada novo dia os israelitas tinham que se levantar em busca do pão. Deus queria que fosse exatamente assim.

“Disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para a manhã seguinte. Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, e alguns deixaram do maná para o dia seguinte; porém deu bichos e cheirava mal. E Moisés se indignou contra eles. Colhiam-no, pois, manhã após manhã, cada um quanto podia comer; porque, em vindo o calor, se derretia”. (Êxodo 16.19-21)

O que temos aqui não é só uma lição de dependência, mas os parâmetros divinos para a forma de Seu povo se relacionar com Ele! Parece-nos que era justamente isto que acontecia no Jardim do Éden, onde Deus visitava Seus filhos na viração do dia (Gn 3.8). O plano de Deus para nosso relacionamento com Ele envolve a busca diária. Mas temos uma inclinação a errar justamente aí. É só observar o que ocorreu com os israelitas no deserto: mesmo sendo advertidos para não colher mais do que a porção diária do maná, alguns deles tentaram fazê-lo. Porquê? Por puro comodismo, para não precisar levantar cedo e ter o mesmo trabalho no dia seguinte, uma vez que quando o sol se levantava, o maná derretia.

A humanidade vive procurando atalhos para todas as coisas. Como diminuir o serviço e tornar tudo mais cômodo parece ser uma das áreas em que mais vemos progresso e avanços tecnológicos! A idéia é simplificar tudo o que for possível. As crianças de hoje só usam fraldas descartáveis; temos o freezer e o microondas; a embalagem longa vida; o telefone celular, e uma infinidade de outras coisas que foram inventadas em nome da praticidade. E não estou reclamando. Eu, como a maioria, gosto disto. Mas temos transportado esta idéia para o nosso relacionamento com Deus. Isto ocorre desde o início da humanidade. Os israelitas demonstraram estar dentro deste mesmo tipo de pensamento quando acharam que poderiam “driblar” a regra da busca diária. E nós também continuamos presos à mesma forma de pensar, milhares de anos depois.

Não há meios de se trabalhar com estoque, no que diz respeito à presença de Deus. Devemos buscá-Lo a cada novo dia. O que experimentamos dEle num dia, não servirá para o dia seguinte. Este princípio aparece muito na simbologia bíblica. Através do profeta Jeremias o Senhor repreendeu Seu povo por não praticar um princípio essencial no relacionamento com Ele: o de reconhecê-Lo como manancial de águas vivas.

MANANCIAL OU CISTERNA

“Porque dois males cometeu o meu povo: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas”. (Jeremias 2.13)

Naqueles dias não havia água encanada, e o povo dependia dos mananciais para sua sobrevivência. Entretanto, tanto pela falta do manancial como pelo comodismo de não precisar buscar água todos os dias, as pessoas passaram a usar cisternas. A cisterna era um reservatório de água de chuva, e era muito prática, uma vez que evitava o trabalho de se ir diariamente atrás de uma fonte. Temos muitos exemplos bíblicos de pessoas indo aos poços para buscar água. Isto era algo comum a todos, razão pela qual Deus escolhe justamente esta figura para ilustrar a verdade espiritual que o Seu povo necessitava ouvir e entender.

Qualquer um sabe que há uma diferença na qualidade da água proveniente da fonte e do poço. Mas o que Deus está dizendo não é algo ligado à qualidade da água, mas ao fato de que, espiritualmente falando, as cisternas não funcionam. Deus chamou as cisternas que Seu povo vinha cavando de rotas, que não podiam reter as águas. Portanto, nesta comparação que o Senhor faz, a conclusão é única: quem bebe da fonte tem a água, enquanto que quem tenta a cisterna acaba ficando sem água!

Muitos de nós achamos que é possível “driblar” o princípio da busca diária e tentamos “encher nosso reservatório” nos cultos. Há pessoas que durante toda a semana não oram e nem lêem a Bíblia, mas acham que um culto é suficiente para mantê-las abastecidas. Era disto que Deus falava. Porque preferimos encher nossa cisterna em vez de ir diariamente à fonte? Talvez por mero comodismo, mas o fato é que temos falhado numa área vital de nosso relacionamento com o Pai Celeste. Ninguém sobrevive de estoque em sua vida espiritual. Não existe uma espécie de “crente-camelo” que enche o tanque e agüenta quarenta dias no deserto!

Creio que esta é uma área importantíssima a ser ordenada em nossas vidas. Não há nada que nos leve a estar mais próximos de Deus do que o relacionamento diário. Esta idéia de beber da fonte é usada por Deus em toda a Bíblia, e penso que isto serve para cultivar em nós uma mentalidade correta de nosso relacionamento com Ele; veja alguns destes textos:

“Respondeu-lhe Jesus: Se tivesses conhecido o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe terias pedido e ele te haveria dado água viva. Replicou-lhe Jesus: Todo o que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna”. (João 4.10,13,14)

“Ora, no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a escritura, do seu interior correrão rios de água viva”. (João 7.37,38)

“Pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima”. (Apocalipse 7.11)

“O Espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem”. (Apocalipse 22.17)

PRECISAMOS DE TEMPO AOS PÉS DO SENHOR

Muitas vezes estamos tentando agradar a Deus com nosso trabalho, mas, o mais importante para Ele é quando nos assentamos aos Seus pés. Nosso serviço é importante, porém estar com o Senhor, gastar tempo em Sua presença é muito mais. Além de que, depois de um tempo de comunhão o serviço se torna mais eficaz. Observe um episódio que Deus fez questão que fosse registrado para nosso ensino:

“Ora, quando iam de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa. Tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, sentando-se aos pés do Senhor, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava preocupada com muito serviço; e aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá que minha irmã me tenha deixado servir sozinha? Dize-lhe, pois, que me ajude. Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, estás ansiosa e perturbada com muitas coisas; entretanto poucas são necessárias, ou mesmo uma só; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada”. (Lucas 11.38-42)

Enquanto Marta corria, Maria estava aos pés do Senhor. Todos conhecemos a história, mas fazemos questão de permitir que ela continue se repetindo… Muitos de nós só conseguimos pensar nos compromissos diários, na agenda cheia, em como fazer tudo etc… Preocupamo-nos com coisas que não mereciam tanta atenção. Deixamos que o “urgente” tome o lugar do “importante”.

Sei muito bem do que estou falando não só pelo convívio com outras pessoas, mas por mim mesmo. Por natureza sou alguém agitado, que não gosta de ficar parado. Se deixar, não paro um instante, sou como Marta. Mas tenho aprendido que na vida com Deus, as coisas são diferentes. Aprendi desde o início da minha caminhada com Ele, que a chave de tudo é o tempo investido em relacionamento com o Pai. E apesar, de por temperamento ser uma pessoa mais parecida com Marta, por princípio bíblico tenho forçado meu comportamento a se ajustar ao de Maria. Às vezes tenho as minhas recaídas, mas luto comigo mesmo, pois quero o melhor de Deus! Ninguém tem o direito de se desculpar dizendo: “Este é o meu jeito de ser”! Se Deus nos fizesse de modo diferente uns dos outros no que diz respeito a buscá-Lo, estaria sendo injusto conosco; estaria dando a um condições de agrada-Lo e a outro não. Mas isto não é mera questão de temperamento, e sim de comportamento. Precisamos aprender as prioridades corretas para crescer espiritualmente. Falta de tempo com Deus é o maior obstáculo ao crescimento do crente.

Costumamos permanecer tão cegos em nosso comportamento errado que às vezes tentamos até convencer Deus de que estamos certos. Marta foi pedir a Jesus que fizesse Maria se levantar e ajudar, e estava certa de que Jesus agiria de forma justa, mas não esperava que naquela situação a errada fosse ela. Tentou convencer até o próprio Jesus da importância de sua “correria”. De modo semelhante, muitas vezes estamos errados e tentando convencer-nos (e aos outros) do contrário.

Contudo, as palavras de Jesus são muito fortes, contundentes: “…poucas coisas são necessárias, ou mesmo uma só…” O que Ele estava dizendo a Marta? Que de toda a nossa correria, poucas coisas são realmente uma necessidade. Muito do que julgamos ser necessário, na verdade não é. Agimos assim na administração de nossa agenda diária; assimilamos muita coisa que poderia esperar como se o mundo fosse acabar em dois dias. E o resultado não é só estresse, mas falta de poder espiritual. A presença de Deus é um refrigério, e devemos cultivá-la com dedicação.

O Senhor Jesus declarou: “poucas coisas são necessárias, ou mesmo uma só”. Penso que com esta frase Ele na verdade estava dizendo: “Pode enxugar sua agenda que a maioria de seus compromissos não são assim tão importantes. E se tiver que escolher uma única coisa para fazer, fique em minha presença”.

Não estou dizendo que ninguém deva parar de trabalhar, estou falando principalmente de coisas que não precisam necessariamente acontecer naquele momento. Por exemplo, muitos de nós “precisamos” assistir ao noticiário todos os dias. Será que precisamos mesmo? Muitos de nós “precisamos” nos divertir com um bom filme. Mas será que não dá para dar um intervalo maior de dias entre um entretenimento e outro?

Você pode se questionar sobre muita coisa que faz, mas o fato é que se você tivesse que fazer restar uma única atividade em seu dia, por ser a mais importante, ou a única que verdadeiramente possa ser chamada de necessidade, deveria ser a de estar aos pés do Senhor.

O evangelista Moody, defensor deste tipo de pensamento (como todo homem que Deus já pôde usar de modo especial), declarou o seguinte: “Um dos mais claros sinais dos tempos é que muitos cristãos, em nossas associações de moços e igrejas, estão guardando diariamente a ‘hora tranqüila’. Nesta era de correria e incessantes atividades, precisamos de algum chamado especial para nos retirarmos e nos colocarmos a sós com Deus por um tempo, todos os dias. Qualquer homem ou mulher que assim proceder, não conseguirá passar mais que vinte e quatro horas longe de Deus”.

Moody chamava o momento devocional de “a hora tranqüila”. Mesmo que nossa vida se resuma em muita correria, deve haver um momento quando consigamos desacelerar para estar a sós com Deus.

AFIANDO O MACHADO

A falta de tempo com Deus impede-nos de servi-Lo melhor. E atualmente até mesmo muitos ministérios estão sendo formados de maneira errada! São ensinados a fazer, fazer e fazer, mas quando investimos tempo a sós com o senhor, aumentamos o proveito do serviço depois. Veja este princípio bíblico:

“Se estiver embotado o ferro, e não se afiar o corte, então se deve por mais força; mas a sabedoria é proveitosa para dar prosperidade”. (Eclesiastes 10.10)

Quando o rei Salomão foi inspirado pelo Espírito Santo a escrever estas palavras, não nos deixou apenas um princípio natural, mas, paralelamente estabeleceu um fundamento espiritual. Assim como a sabedoria de afiar o corte do machado no rachar lenhas torna o trabalho mais eficaz, também há recursos espirituais que tornarão nosso andar em Deus mais frutífero.

Se o machado de um lenhador encontra-se embotado, sem corte, ele tem que empreender muito mais força e energia em seu trabalho, consumindo assim mais do seu tempo. Mas ao investir uma parte do seu tempo afiando o corte do machado, no fim terá economizado tempo e energia. A partir do momento que a ferramenta tem melhor corte, será o corte que determinará o resultado, e não a força do golpe na lenha. Resumindo: Se tentarmos economizar o tempo que usaríamos dando manutenção à ferramenta, acabaremos perdendo mais tempo ainda no trabalho que executamos.

O povo de Deus precisa aprender urgentemente esta lição! O que precisamos aprender e provar na prática, é que o tempo gasto com Deus é o machado sendo afiado. Se economizarmos nesta prática, perderemos muito mais tempo e energia depois e não conseguiremos fazer tão bem o serviço.

NOSSA PRIORIDADE DIÁRIA

Agora chegamos num ponto importante. Sabemos que precisamos estar com Deus. E que isto deve acontecer todos os dias. E que este encontro não precisa durar o dia todo. E que a maior desculpa que damos é que, em meio à correria, não nos sobra tempo para isto. Portanto, o melhor remédio é fazer de seu período devocional com Deus a primeira atividade do dia. Se você o faz antes das outras coisas, não corre o risco de acabar ficando sem fazer.

O que fazemos quando nos encontramos financeiramente “apertados”, e temos várias contas a pagar, sabendo que talvez naquele dia ou semana não haja recursos suficientes para pagar tudo? A maioria de nós tem experiência nisto. Começamos pagando as contas mais importantes, as prioritárias. E o resto ajusta-se depois. Se conseguirmos transferir a mesma mentalidade e raciocínio para a prática do devocional, tudo será diferente. Estar com Deus é a conta prioritária a ser paga a cada dia, portanto, devemos começar por ela, e o resto vai ajustando-se como der!

No início deste estudo usamos o exemplo do maná como uma figura desta busca diária. E o maná tem uma figura que se encaixa bem naquilo que estamos falando. Se ele não fosse colhido logo cedo, se derretia com o Sol. Em outras palavras, ou a pessoa começava seu dia com aquela atividade prioritária, ou acabava ficando sem ele. Com nosso devocional não deve ser diferente. Jesus nos deixou o exemplo:

“De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava”. (Marcos 1.35)

De modo semelhante ao ato dos israelitas de colher o maná antes do sol se levantar, Jesus muitas vezes saía cedo de casa a fim de estar a sós com o Pai Celeste. Aqui ainda vemos outro princípio importante para nosso devocional. O texto diz que Cristo “foi a um lugar deserto”, o que fala da importância de estarmos a sós com Deus neste momento. Estou convicto de que não há hora melhor para se ter o devocional do que ao amanhecer do dia. Lemos no Velho Testamento: “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando”. (Sl 5.3).

A oração sempre será algo abençoador, mas quando Deus dá ênfase ao fato de buscá-Lo logo de manhã, está valorizando aqueles que decidiram estar com Ele como a sua prioridade do dia. Buscar ao Senhor no início do dia é honrá-Lo como o que de mais importante temos. E Deus está realmente interessado nisto! Veja o que o profeta Isaías declarou:

“O Senhor Deus [...] me desperta todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que eu ouça como os eruditos”. (Isaías 50.4)

Se dermos esta liberdade ao Senhor, priorizando o tempo com Ele, certamente perceberemos que o maior interesse neste tempo de qualidade ao início do dia, é do próprio Deus. Isaías afirmou que o Senhor o despertava para ter este tempo de comunhão. Para Moisés, Deus também fez este tipo de convite: “Subas pela manhã e põe-te diante de mim no cume do monte” (Êx 34.2). Qual era a importância de subir ao monte pela manhã? A única que temos enxergado em cada versículo até agora: dar ao Senhor as primícias do dia.

RAÍZES SANTAS

“E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão”. (Romanos 11.16)

Com base nesta afirmação bíblica, Andrew Murray declara em seu livro “A Vida Interior” o seguinte: “Se as primeiras horas da manhã forem consagradas ao Senhor, o restante do dia com as suas diversas tarefas também o será”. Ele chamava a prática deste princípio de “a hora matinal”. Acredito piamente neste princípio. Se santificarmos as primícias do dia, santificamos o dia todo!

Assim como nosso corpo despoja-se de seu cansaço na noite de sono, levantando-se renovado ao amanhecer, também algo precisa acontecer com nosso espírito. Não podemos ignorar o fato de que o crente precisa de renovação diária em seu relacionamento com Deus. É como no caso do maná. O que se colhe num dia, dura só para aquele dia. E a cada novo dia temos que buscar ao Senhor novamente. Quando aprendemos a prática do devocional diário, estamos dando um passo vital para andar em renovação espiritual:

“Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia”. (2 Coríntios 4.16)

Ao usar a expressão “nosso homem interior se renova de dia em dia”, a Bíblia está nos apresentando a visão de que na vida cristã todos precisamos de RENOVAÇÃO DIÁRIA. Por outro lado, ao afirmar “mesmo que o homem exterior se corrompa”, penso que as Sagradas Escrituras estavam falando de duas coisas: da deterioração física do envelhecimento natural, e também da corrupção do pecado. Tanto em uma como em outra, a idéia é a de que dia após dia estamos nos “estragando” por fora, em nossa carne. É por isso que precisamos passar por um processo de renovação diária em nosso íntimo, no homem espiritual. E se investimos nesta prática, não seremos tão duramente afetados pela força do pecado.

Nosso espírito e nossa carne combatem entre si (Gl 5.16), e quanto mais fortalecemos a um deles, maior a probabilidade de vitória nesta luta. Portanto, precisamos alimentar diariamente nosso espírito em momentos de devoção ao Senhor. Por isso é tão importante que tenhamos um tempo diário meditando na Palavra, orando, adorando ao Senhor.

COMO FAZER O DEVOCIONAL?

Muitos nos perguntam como podem conduzir seu tempo devocional. Isto é algo pessoal, e acima de tudo, devemos ser sensíveis ao Espírito Santo. Mas há algumas coisas que precisam estar presentes neste momento, e queremos dar algumas sugestões quanto a estas práticas indispensáveis para o momento devocional. São elas: a meditação bíblica, a oração e a adoração.

Meditação Bíblica – Nos dias do Antigo Testamento (e mesmo até séculos recentes) as pessoas não dispunham de cópias das Escrituras. Alguns – como os sacerdotes e escribas, por exemplo – tinham acesso diário às Escrituras, mas a maioria não. Eles dependiam das reuniões públicas para semanalmente ter algum contato com a Palavra. Penso que esta foi a única razão pela qual Deus não exigiu de todos a leitura diária das Escrituras, mas ainda assim, de alguns isto era exigido, como no caso dos reis:

“Também, quando se assentar no trono de seu reino, escreverá para si um traslado desta lei num livro, do que está diante dos levitas e sacerdotes. E o terá consigo e o lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer ao Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estatutos, para os cumprir”. (Deuteronômio 17.18,19)

Foi por ter este contato diário com as Escrituras, que Davi pôde escrever um Salmo tão belo como o 119. Creio que Deus espera daqueles que desejam viver próximos dEle, um tempo diário com sua Palavra, que envolve pelo menos três atividades distintas além da leitura em si: falar (confissão e testemunho aos outros); meditar (refletir, analisar cuidadosamente); praticar (viver o que está escrito, obedecer). Veja o que Deus disse a Josué:

“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas o cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o seu caminho e serás bem-sucedido”. (Josué 1.8)

Oração – Já vimos que Jesus nos ensinou em Seu modelo de oração a estarmos diariamente perante Deus. Esta deve ser uma prática diária, o que percebemos na frase “o pão nosso de cada dia…”; portanto, também deve estar em nosso momento devocional diário. Este tempo deve envolver os diferentes tipos de oração, como por exemplo: confissão (tanto de nossos pecados como também das promessas bíblicas que nos dizem respeito); súplica (aqui se enquadram nossas petições); intercessão (quando oramos por outros – nossos familiares, discípulos, vizinhos etc…); ações de graça; oração no Espírito (em outras línguas).

A oração do “Pai-Nosso” é um excelente modelo de oração; suas frases nos dão uma direção para as áreas importantes a serem abordadas em nossa oração diária.

Louvor e Adoração – Esta também é uma prática diária. Davi declarou:

“Todos os dias te bendirei e louvarei o seu nome para sempre”. (Salmos 145.2)

O tempo de adoração pode envolver cânticos conhecidos e espontâneos, bem como declarações de amor e exaltação. Alguns gostam de utilizar músicas gravadas num CD nestes momentos, o que também deve ser visto como um acréscimo ao momento de adoração. Ouvir louvores não substitui o louvar; são duas coisas distintas. Mas acompanhar o louvor gravado não deixa de ser um bom recurso.

CONCLUINDO

Além de saber que devemos ter nosso período devocional diário (e matinal) com Deus, e conhecer algumas das práticas indispensáveis a este momento, penso que devemos também compreender a quietude e privacidade que devem estar presentes neste momento. Acredito que há algo poderoso na oração coletiva, e devemos aprender a orar com outros irmãos, bem como com a Igreja toda reunida. Mas a força do período devocional com Deus reside no princípio de estar a sós com Deus. Isto não só nos ajuda a cultivar a intimidade com o Senhor, como também é um mandamento de Cristo:

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”. (Mateus 6.6)

Estar à portas fechadas com Deus, é uma necessidade de cada um de nós. Ali não só pedimos, mas adoramos e nos rendemos com total liberdade de rasgar o coração. Assim como um casal tem seus momentos de privacidade longe da vista de todos, penso que devemos cultivar momentos de comunhão com o Noivo que também sejam marcados pela privacidade.

Se você não tem meios de se trancar, pelo menos procure se afastar das demais pessoas para ter este momento. Certamente esta prática diária te levará a um novo nível de relacionamento com Deus!

Por: Luciano P. Subirá. É o responsável pela Orvalho.Com – um ministério de ensino bíblico ao Corpo de Cristo. Também é pastor da Comunidade Alcance em Curitiba/PR. Casado com Kelly, é pai de dois filhos: Israel e Lissa.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Obedecer é Melhor do que Sacrificar

Essas foram as palavras do Profeta Samuel para o rebelde jovem Rei Saul logo após ele desobedecer a ordem dada pelo servo de Deus de aniquilar seus inimigos por completo,

1 Samuel 15:22 Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros.

Esse é um princípio verdadeiro na vida cristã de qualquer pessoa principalmente dos jovens e adolescentes de hoje que estão dispostos a servirem a Jesus, quando não obedecemos aqueles que Deus colocou para nos liderar nós temos que sacrificar ou melhor somos sacrificados no altar da infidelidade, pois a desobediência atrai maldição sobre nós.

A palavra de Deus nos diz que Satanás é o deus deste século, ou seja, dessa presente era nos dias em que vivemos e como tal ele tem impregnado nossa sociedade com a sua personalidade de infidelidade, traição e desobediência pois ele é mentiroso e infiel desde o princípio, basta olharmos para a juventude do mundo de hoje e veremos pessoas infiéis em tudo que fazem, nos seus relacionamentos afetivos não pertencem a ninguém mas são de todos ao mesmo tempo “ficam” e “desficam” sem compromisso nenhum, em casa não obedecem aos pais, são revoltados e não querem ninguém com autoridade sobre eles, é a sina que carregam do deus deste século que os engana afirmando que isso é o mais certo a fazer, afinal os tempos mudaram esse negócio de fidelidade não está com nada.

Mas a realidade com Cristo nos mostra um outro caminho, o caminho da obediência e da fidelidade à Deus, a nosso pais e a nosso líderes, pois o obedecer é melhor, a obediência traz bençãos sobre nossas vidas, mostre-me uma pessoa fiel e eu lhe mostrarei uma pessoa de sucesso pois a fidelidade é um dos atributos de Deus, nós jovens e adolescentes precisamos nos impregnar com a personalidade no nosso criador e não do deus deste século.

A fidelidade é a marca de um povo curado que verdadeiramente encontrou Jesus, precisamos andar na contramão do sistema que prega o contrário do que nos ensina as sagradas escrituras.

Conheci um jovem de 17 anos que apesar de seus pais serem cristãos preferiu seguir seu próprio caminho, certa noite ele recebeu um telefonema de um amigo o convidando para ir à uma “balada” quente que iria rolar na cidade aquela noite, ele pediu para seus pais o deixarem ir, porém temendo que algo pudesse acontecer com ele não permitiram, então revoltado e com muita raiva, ele saiu batendo a porta. Ao chegar no seu quarto ele ligou para seu amigo e combinou que quando seus pais dormissem aquela noite ele pularia a janela e iria sair mesmo assim.

Quando ele percebeu que tudo estava quieto, pulou a janela de seu quarto e se foi desobedecendo seus pais, após uma noite inteira de bebedeira e “ferveção” quando estava voltando para casa de carro com seu amigo, eles furam o sinal e encontram um caminhão, os dois morreram na hora, ele não obedeceu e foi sacrificado no altar da infidelidade, qual não foi a surpresa de seus pais quando no meio da madrugada recebem uma ligação dizendo que seu único filho havia morrido em um acidente de carro.

A marca do desobediente é a queda assim como foi com Satanás no princípio e com o jovem Rei Saul e a marca da obediência é a benção e a prosperidade características que marcaram o reino de Davi um jovem segundo o coração de Deus e também o reino eterno de Jesus Cristo que foi fiel até a morte e morte de cruz.

Jovens e adolescentes que essa também seja a marca da sua vida pois lembrem-se que:

O OBEDECER É SEMPRE MELHOR.

Por: Marlon Assunção. É o Pastor responsável pela rede de jovens da 4 Igreja do Evangelho Quadrangular de Curitiba. Casado com Marcela e pai do lindo Mateus.

Quero me Apaixonar “Outra Vez”

“Que o Senhor Jesus nos dê um coração intenso e completamente apaixonado pela Sua presença”.

Quem nunca se apaixonou por alguém? Quem nunca foi loucamente doido por algum prato de comida, como pizza, por exemplo? Quem nunca amou um certo objeto ao ponto de não querer se separar dele? Pois é, creio que todo ser humano, em um determinado momento da vida, expressou um apego excessivo a algo ou alguém.

Lembro-me de quando eu conheci minha esposa, claro que no início era apenas uma amizade, e enfatizo, uma excelente amizade, que resultaria mais tarde em um excelente casamento, e não para por aí, em conhecer a mulher da minha vida, e mãe dos meus filhos...

Pois é, no começo era apenas uma boa amizade, mas, à medida que o tempo foi passando eu comecei a notar que eu não gostava dela apenas como amiga, e quando me dei conta vi que eu estava amando ela, estava perdidamente perdido de amor, até pensei que fosse amor pela alma dela, pelo fato de amar os perdidos, mas logo notei que já estava ficando difícil ficar longe dela.

Os meus pensamentos que eram só JESUS e JESUS, começaram a dividir espaço com a Maria Alice, e à medida que o tempo ia passando eu via uma necessidade maior de estar com ela, parece que quando eu estava longe, parte de mim estava faltando, aí então eu tive certeza que eu a amava, amava como minha futura esposa, só o fato de ficar de mãos dadas com ela para mim era a melhor sensação do mundo.

Foi o maior rodeio para eu falar para ela que eu a amava, e eu fazia de tudo para fazer com que ela se sentisse bem, tudo mesmo. Confesso que estes foram os momentos mais espetaculares, e maravilhosos da minha vida, sei que outros ainda estão por vir, até podem ser melhores, mas não irão se comparar a este.

Sei que tive outros relacionamentos e conheci outras garotas, porém, eu nunca tinha me entregado assim, eu nunca tinha amado assim, e também nunca tinha sido correspondido de uma forma tão sincera e real. Eu achava que sabia o que era amor, mas, confesso que estava equivocado, e com a Maria Alice, eu comecei a ver este amor desabrochar como se fosse a gestação de uma criança, um pouco a cada dia, crescendo e crescendo, e em alguns momentos eu pude ver que, eu realmente estava não somente amando, mas, estava apaixonado pela Maria Alice.

Sabe o que é mais interessante em tudo isto? É que à medida em que o tempo foi passando e nós fomos nos conhecendo mais, as coisas começaram a se tornar recíprocas, começamos a nos amar mutuamente na mesma intensidade, e como conseqüência de tudo isto, começamos a saber o que o outro gostava, qual o tipo de comida, tempero, Toddy ou Nescau, café ou chá, enfim, pizza de calabresa ou quatro queijos, coisas do dia-a-dia. Começamos a saber o que agradava e também o que desagradava ao outro, o que alegrava e o que entristecia, e isto foi muito bom.
Creio que passarei toda minha existência ao lado da minha esposa, e mesmo assim não iremos nos conhecer por completo, pois, o conhecimento se dá no dia-a-dia, e, enquanto vivermos nesta terra estaremos nos conhecendo, por isso, digo que ainda não a conheço profundamente, mas, estou chegando lá...

Citei isto porque julguei ser importante para entendermos que nem sempre conhecemos a Deus como achamos que conhecemos, e, se formos analisar profundamente, com toda certeza descobriremos que estávamos equivocados. Quando temos paixão por algo ou alguém nós não vemos problemas, dificuldades, barreiras, simplesmente não tem tempo ruim. Quando amamos e somos apaixonados por alguém, nós não medimos esforços para corresponder com a outra pessoa, nós vamos além dos nossos limites, vamos até as últimas conseqüências, damos tudo de nós, nos rendemos por inteiro, realmente damos o máximo, até que alcancemos a satisfação completa daquilo que amamos, aquilo que somos apaixonados, até que consigamos agradar a outra pessoa.
Porém.

Eu não sei se você já parou e se fez esta pergunta. Às vezes, eu noto que muitos de nós simplesmente temos preguiça de pensar, até mesmo a sociedade e o mundo atual nos ajudam nisto, nos dando coisas tão práticas, que acabamos transferindo isto para o Cristianismo. Mas vamos às perguntas...

Por que é que buscamos a Cristo?
Simplesmente por uma obrigação?
Por que temos medo de ir para o inferno?
Por que se não o buscarmos diariamente, não teremos seu favor e proteção?
O buscamos por aquilo que ele pode fazer por mim?
O buscamos por aquilo que ele pode me dar?
Por que ele pode me dar aquilo que deseja o meu coração?
Por que ele pode suprir minhas necessidades?
Ou por que um dia ele me tirou do lamaçal do pecado, me curou, libertou, transformou a minha vida e me transportou para o Reino do seu Filho Amado, salvou a minha alma, fez com que eu lembrasse quem eu era, e me mostrou o que ele fez de mim hoje.
E, porque eu sinto que tenho uma dívida de gratidão, e por isso eu o busco.
A Palavra de Deus declara que nós devemos sim busca-lO e conhecê-lO,

Oséias 6:3: “Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra”.

Neste verso acima está bem claro em prosseguir no nosso conhecimento pelo Senhor, algo que deve ser constante em nossas vidas.

Jeremias 29:13 “E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. Quando me buscardes de todo o vosso coração”.

Mas qual é, e qual tem sido a intenção do meu coração na minha busca diária pela presença de Deus? Será que eu busco a presença de Jesus simplesmente por paixão?
Será que realmente sou apaixonado por Jesus Cristo?
Será que realmente eu o amo?
Ou será que a minha busca é por mero interesse e egoísmo...
Queridos, a minha intenção escrevendo isto não é sacanear ninguém, ou esculhambar a vida das pessoas, humilhá-las, etc. Mas apenas contribuir para que sejam tomadas por um espírito de indignação, de inconformismo, e possam parar e perguntar: “Por que eu busco a Deus?” Confesso que no momento em que escrevo isto também sou tomado por indignação e inconformismo, pois penso que ainda existe um nível de relacionamento para se provar com Deus que eu ainda não provei.

Sabe, eu vejo que nós seres humanos, não fazemos idéia do que Jesus realmente pode fazer em nossas vidas, e na vida daqueles que estão ao nosso redor, também na vida de toda a humanidade. Eu não faço idéia de quem realmente Jesus é, na verdade, eu apenas tenho uma idéia de quem Ele seja, eu só sei que ele é Filho de Deus, e que morreu por mim na cruz. E isto porque as pessoas falam, “Jesus isto, Jesus aquilo”, mas será que eu tive uma experiência marcante com Jesus? Será que eu tenho tido experiências diárias com ele?

Quem realmente é Jesus cristo?
Será que eu O conheço?

A Palavra de Deus declara no livro de,

Efésios 3:20 “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais infinitamente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera. A esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém”.

Eu creio que se nós O conhecêssemos como deveria, nós jamais leríamos este verso de uma forma simples. Você já parou para pensar na profundidade desta palavra? Você já parou para pensar na grandeza do poder de Deus? nosso Deus é um Deus infinito, conseqüentemente ele pode fazer coisas infinitas, infinitas mesmo.
Nós, muitas vezes, vivemos de suposições e achismos, supomos isto e achamos aquilo.
Se Deus realmente é poderoso para fazer coisas infinitas... Caramba, acho que é melhor eu parar e dar uma pensada em quem realmente Deus é, e se eu O conheço..

Tudo em excesso na vida é ruim, porém, existe algo que, quanto mais excessivos formos, mais benefícios teremos, que é nosso amor e paixão por Jesus.

Creio que devo me APAIXONAR OUTRA VEZ...

Por: Eduardo Cristiano Sosinski